Bato palmas pro Citibank Hall. Primeira vez que não morro sufocado em um show. Aparentemente, não houve lotação na pista normal, então tinha aquela sensação de liberdade pra transitar por onde você quisesse. O povo cantou TODAS AS MÚSICAS, sem exceção. E eu no meio. Ser criado com uma irmã mais velha que é viciada na música deles, faz você virar uma espécie de profissional.
O show foi GIGANTE, quase duas horas de atenção, regado por uns minutos de atraso: pouca coisa. Pelo que eu li, o show de São Paulo não cantou com a música Lollipop, coisa que teve aqui no Rio, com direito à reboladinha sensual seduction do Nick. O safadénho ainda desceu do palco e, aparentemente, beijou uma fã. A porra do caralho do segurança entrou na minha frente na hora, então não consegui ver, CU, CU.
O som da casa tava alto, DEMAIS. Exageradamente alto. Quando saí, tinha gente do lado de fora dizendo que, como o som estava alto, conseguiu ouvir o show todo do lado de fora. Do lado de dentro, isso não incomodava tanto, já que o som da casa competia diretamente com o som das fãs histéricas cantando.
Nunca fui com a cara do AJ, mas caramba, ele me surpreendeu. O solo e as reboladas dele, ele tem um carisma que talvez seja o maior da banda. Ele cantou Drive by Love, achei fodão, ele dançava de um lado pro outro que nem uma gazela saltitante o show TODO, achei fodão. A voz dele ao vivo se mostrou perfeita, achei fodão. AJ é meu novo backstreetboy predileto





