BBB é bom demais. Os posers de cult podem dizer que é entretenimento inútil, que não adiciona cultura, que é desperdício de tempo. Mas chegou à nona temporada, fazendo sucesso e explorando e renovando uma fórmula que tinha tudo pra se tornar repetitiva. O Big Brother Brasil é mais do que um simples programa onde assistimos pessoas desconhecidas interagirem. O Big Brother é algo que mostra como nós nos comportaríamos naquela situação, quando desejaríamos nos tornar ídolos. Normalmente pelo método de 'posar de santo e não arrumar encrenca'. Depois de nove edições, normalmente os participantes entrariam com essa estratégia, e haveriam quatorze 'anjinhos' chatos e sem graça.Mas o Boninho é mais esperto que nós. Dividiu a casa ao meio, criou um pré-conceito no sentido mais literal da expressão, semeou intriga com o simples medo do desconhecido.
E então, se vê que o Big Brother nada mais é que ir ao zoológico e ver os macacos disputando a comida, ela dessa vez interpretada pelo papel do prêmio de um milhão de reais.
E eu estou decididamente torcendo pro gorila Max e pela orangotando Francine.
Mudando drasticamente de assunto, essa semana resolvi assumir que gosto de Mallu Magalhães. O Kauê gosta, eu ri disso. Escutava algumas músicas, achava a voz dela agradável, mas depois de ver a entrevista dela no Jô (e logo em seguida no Altas Horas), achei ela ridícula demais pra ser levada a sério como uma cantora séria. Mas depois do Kauê encher TANTO o saco, e depois de aprender a gostar muito de Get to Denmark, baixei o cd dela e vi que a vagabunda tem talento.
E não é pouco não, é PRA CARALHO. Já sabia que ela tinha uma voz ótima pra cantar em português, já que já escutei Vanguart e Janta. Mas o trabalho da voz dela em O Preço da Flor é algo divinamente agradável de se ouvir.
Mallu Magalhães, mini diva que já conquistou meu coração. Brevemente um post sobre uma música que decididamente entrou no meu hall de 'músicas da minha vida que eu choro ouvindo'
J.
